Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Alguns Spoilers!

O midseason é a parte mais chata do ano. É o intervalo entre os finais de temporada, que geralmente ocorrem em maio e junho, e setembro. Sem spoilers, então, terrível. Mas - porém, no entanto, contudo, todavia - eu, que sou totalmente ninja, fui à caça e consegui algumas coisinhas para vocês...

COLD CASE

Até agora, só temos o nome do episódio de estréia da 7ª temporada quase inexistente, "The Crossing". E mais as fotos promocionais, aqui. (cortesia - Arquivo do Cold Case)

CRIMINAL MINDS

Podem tentar me matar por não ter encontrado nada sobre o cliffhanger, mas algo me diz que ainda saberemos sobre isso. Mas o mais interessante (e, para ser sincera, a única coisa divulgada) é que Jon Cassar, produtor executivo de "24 Horas", que dirigiu o telefilme da série e o piloto de Washington Field (criada por Ed Bernero), que provavelmente só irá ao ar se por um acaso tornar-se um spin-off de CM, irá dirigir o 5x03. Ou seja... Um "Minimal Loss" da vida. (os caras têm alguma zica com 3ºs epis, são sempre os legais.)

BONES

É aqui que a coisa pega. O fandom shipper enorme e endless da série deu um jeitinho e nos arrumou algumas coisas interessantíssimas...

- Há a possíbilidade de Eric "Zack" Millegan voltar para a 5ª temporada em uma participação especial, segundo Hart Hanson;

- O blog Bones Spoilers divulgou algumas informações sobre como estará a relação entre Booth e Brennan de acordo com um tal bearcubsfan, que disse: "Esse ano veremos que eles estarão indo rumo um ao outro e se preparando para ficarem juntos. Vão avançar vagarosamente e, com certeza, não será fácil para ninguém. Até o final da temporada, terão feito uma ou duas vezes" (ok, você entendeu, não vou escrever literalmente porque é muito óbvio). E, segundo as fontes dele, "Ambos estarão lutando, não só com o fato de estarem ou não prontos para estarem juntos, como também com o modo de como afetará sua parceria e amizade." UHUL! Bem Mulder/Scully...

- Em entrevista algum tempo atrás, Emily "Brennan" Deschanel disse ser meio improvável que Brennan e Booth realmente tenham um filho juntos, pelo menos nessa temporada. Mas, vamulá, ia ser demais, não? Pouco me importo com qual temporada, se acontecer, por mim tudo bem.

- Já divulgaram os nomes dos quatro primeiros episódios da temporada. Serão "Harbingers Under The Fountain" (5x01), "The Tough Man in the Tend" (5x02), "The Bond with the Boot" (5x03) e "The Plain in the Prodigy" (5x04).

Bom, por enquanto é só. Eu ia postar "aquele" spoiler de Grey's Anatomy, mas nem teria mais graça, porque todo mundo já sabe...

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Season Premiere de Cold Case

Sim, caros amigos, já confirmaram alguns queridos (ou temidos, depende) spoilers sobre o episódio 7x01 de Cold Case! UHUL! ok, #prontofalei

Este episódio se chamará "The Crossing" (A Travessia) e será filmado em Los Angeles por volta dos dias 9 e 10 de julho.No episódio, veremos a equipe desvendar o assassinato de uma mulher em 1966 que havia, aparentemente, se suicidado num transatlântico. Porém 43 anos depois seus restos mortais foram encontrados e a nossa "turminhado barulho que apronta muitas confusões" (Sessão da Tarde, néam?) vai investigar a coisa detalhe por detalhe.

Ou seja: enquanto Cold Case e Grey's Anatomy já têm alguns spoilerzinhos para não matar os fãs de desespero, quem viu cliffhangers chocantes como os de Bones ("Who are you?") e Criminal Minds ("Sometimes the day just... Ends."), vai ter que enlouquecer mais um pouco...

Domingo, 28 de Junho de 2009

O Dia Em Que o Brasil "Chupou" o Twitter

O Twitter é a mais nova "febre" da internet. Depois do YouTube ter caído no rotineiro e de termos dominado o Orkut, agora foi a nossa vez de controlar o Twitter.


Ok, vamos por partes. Primeiro, o Brasil estava perdendo o jogo dos States, de 2 x 0. E no meio-tempo, o @aplusk (a.k.a. Ashton Kutcher), torcedor fervoroso dos EUA, zoava, ahn, "sutilmente" da gente via Twitter. Tá. Aí magicamente o Brasil virou o jogo, com três gols quase mágicos. Então, o Brasil inteiro (ou metade do planeta Terra) mandou uns "sucks" pro Ashton.


Nisso, ele tentou responder em português, com uma ajudinha "básica" do Google Translator, e fracassou miseravelmente. Aí, o "suck" virou "chupa", claro. E, com uma ajudinha do @christianpior, da @evanescencegirl, do @MauAngelini, da @GabrielaSpinola (ÓBVIO) e de todos os twitteiros brasileiros, CONSEGUIMOS, GENTE!!! Colocamos o "chupa" em 1º nos Trending Topics e, adivinhem, o "Brazil" em primeiro também depois, passando o "chupa" para 2º!



Vejam só, o "registro oficial"!



Quando o "chupa" ficou em 1º


Quando o "Brazil" ficou em 1º e o "chupa", em 2º

Já dizia Freddie Mercury: "We are the champions, we are the champions, no time for losers 'cause we are the champions of the world..."

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

TOP 10 - Shippers e suas músicas

Hoje, dia 12 de Junho, é conhecido como o Dia dos Namorados. Dia de abraçar (ou algumas outras manifestações de carinho que não vou citar) quem você ama e aproveitar a companhia. Ou, dia de ouvir milhares de manifestações amorosas via rádio, TV e internet e achar tudo um saco porque você está sozinho (meu caso). Então, para animar vocês, caros leitores, um TOP 10 (sem ordem de preferência, senão isso aqui viraria uma guerra) com meus shippers preferidos e a trilha sonora deles.



Lilly Rush e Scotty Valens ("Karma Police", by Radiohead)
Vamos lá, existe música mais "Cold Case" que "Karma Police"? A letra cute e o ritmo zen da mais conhecida das músicas do quinteto britânico Radiohead poderia muito bem embalar o romance dos dis detetives... se existisse em algum lugar longe da mente dos fãs, claro.





















Derek "McDreamy" Shepherd e Meredith Grey ("My Life Would Suck Without You", by Kelly Clarkson)

Desde a segunda temporada de "Grey's Anatomy", o McCasal vive numa lengalenga irritante e incansável, até que chegou o final da 4ª temporada e Meredith, toda apaixonada, construiu uma casa de velas retinhas e se declarou para ele. Nessa 5ª temporada, os dois se casam num post-it, e é impossível falar de Dia dos Namorados sem lembrar dos dois e da clássica "Pick Me! Choose Me! Love Me!". E a música da Kelly Clarkson é o retrato perfeito de Mer/Der...




















Aaron "Hotch" Hotchner e Emily Prentiss ("She Will Be Loved", by Maroon 5)
Não há música que expresse mais o sonho dos fãs shippers de "Criminal Minds" de juntar os dois personagens mais importantes/interessantes da série que essa. A letra linda, os vocais suaves do Adam Levine e toda a filosofia por trás desse clássico é simplesmente indispensável para os fãs dos dois agentes do FBI.




















Ryan Atwood e Marissa ("What Hurts the Most", by Rascal Flatts)
Todo fã de "The O.C." lembra, saudosamente, a importância dos dois para a história dos shippers. E maldita seja Mischa Barton, cuja morte da personagem foi o último prego no caixão da série.












Pete Wilder e Violet Turner ("Slide Away", by Oasis)
Esses dois viraram um shipper por mero acaso. Pete era todo olhos para Addison e Meg, e Violet corria atrás de seu melhor amigo, o Coop. Juntando a solidão co a químic, o que acontece? Ficam juntos. Mas ela também ficou com Sheldon, e aí veio a coisa, ela estava grávida. Por fim, decidiu ficar com Pete, mas como nem tudo são rosas... Há o cliffhanger, sempre ele.











Fox Mulder e Dana Scully ("Wonderwall", by Oasis)
Novamente, os irmãos Gallagher figuram por aqui, com seu maior clássico embalando a lembrança de um dos shippers mais amados da história da TV...
















James "Sawyer" Ford e Kate Austen ("Far Away", by Nickelback)
O golpista e a sardenta são, provavelmente, o shipper mais amado/odiado da história de Lost. E essa música é o hino de todo fã shipper deles. Então porque não juntar os dois num só post?











Seeley Booth e Temperance Brennan ("Look After You", by The Fray)
Os dois são aquele clássico caso de protagonistas de série policial cheios de química e personalidade, mas cuja história juntos seria impossível. Aliás, esse tipo de shipper já apareceu aqui nesse post duas vezes, com Rush e Valens, e Prentiss e Hotchner. Mas eles têm ua música ainda mais legal que a dos detetives da Filadélfia, ou que os agentes da BAU... xD







Ross Geller e Rachel Green ("Yellow Ledbetter", by Pearl Jam)
A lengalenga dos dois se arastou por todas as temporadas de "Friends", exaustivamente. Mas alguém tinha alguma dúvida de que eles iam acabar juntos? E melhor, essa música (linda, diag-se de passagem) tocou no final da série, quando Ross e Phoebe vão ao aeroporto atrás de Rachel e a perdem.







Charlie Pace e Claire Littleton ("I'm Outta Time", by Oasis)

Na sua 4815162342ª aparição aqui nesse post, o Oasis, que inspirou a banda de Charlie, Drive Shaft, agora nos deixa com uma música linda que tem tudo a ver com os dois...
Feliz Dia dos Namorados!
P.S.: Os comprometidos têm um dia, os solteiros têm os outros 364...

Sábado, 6 de Junho de 2009

Glee - um High School Musical verossímil

Sinceramente, odeio "High School Musical". Ao contrário dos outros 32 alunos na minha classe quando o filme lançou, eu achava inútil uma história de amor em um musical passado num colegial. Tão inútil quanto ridículo, especialmente se levarmos em conta a predileção das minhas colegas pelo Zack Efron ao Dom Monaghan e Patrick Dempsey.

Aí, alguns meses atrás, um cara chamado Maurício me disse que a Jane Lynch (conhecida por mim como a mãe do Spencer Reid em Criminal Minds) iria estar em "Glee", série de Ryan Murphy ("Nip/Tuck") sobre aum coral de uma high-school no sul de Ohio. Tá, a primeira coisan que pensei foi "putz, vai ser uma eca de um High School Musical, com direito até aZack Efron genérico". Mas, assim que ouvi dizer que o preview foi exibido e lançado an internet, lá fui eu ver, e não me arrependi nem um pouco.

Primeiro, porque é uma história verossímil, cabível à realidade que vivemos. Não há só bitches e quarterbacks, mas sim um pouco de tudo. O protagonista é o professor de espanhol, Will Schuester, que frente à possibilidade de mais um membro na família, decide dirigir o coral da escola, o tal "glee" do título, na esperança de aumentar sua renda mensal e encontrar jovens talentosos.

O que, de fato, acontece. Nesse caso, obviamente não é a escola inteira que resolve participar (Glee 10 x 0 HSM), e o Mr. Schu se via como pode, com só quatro alunos à sua disposição, e somente uma com uma voz digna do coral glamouroso que ele quer dirigir.

E é aí que eu começo a gostar da coisa: no momento em que Rachel Barry apareceu na tela, eu literalmente me vi ali. Ok, não somos parecidas fisicamente nem de longe, mas a história é a mesma: uma garota bonitinha mas meio nerd sem um pingo de vida social, super talentosa (se bem que o meu forte não são os vocais, em se tratando de música), que quer fazer algo importante mas acaba sempre virando alvo de piadas. Não me surpreenderia nada se ela tivesse uma história de ódio reprimido sob a cheerleader bitch que roubara seu namorado. (não, não tenho pais gays.)

Aí, quando Schu encontra o quarterback gostosão, o Finn, cantando no chuveiro, teve a brilhante idéia de intimidá-lo a respeito das drogas, em troco de entrar para o Glee. Aí lá vão eles, todos confiantes, achando que com um gostosão como vocalista iriam arrebentar a boca do balão, e saem num sábado para ver a equipe rival. E... tchans,eis que os rivais fazem uma apresentação espetacular de "Rehab" (cujo objetivo não entendi, era pra ser irônico adolescentes cantando isso?).

Ainda teve o Finn sendo discriminado pelos colegas por entrar para um clube de canto. É o de menos, mas abriu alas para "A" cena: eles cantando "Don't Stop Believing", do Journey (anos 80 tá sempre na moda, né?) para um auditório aparentemente vazio, mas nele estavam algumas cheerleaders e a mãe do Reid, e o amigo (chatérrimo) do Finn, sem contar o mr. Schu que clichêzadamente mudou de idéia na última hora e resolveu continuar treinando o Glee.

Agora, falando sério: uma das coisas que mais me agradou em "Glee" foi a trila sonora. Misturando equilibradamente coisas dos anos 80 com músicas recentes, dá para imaginar que, emsmo com uma audiência medíocre, a série vai fazer muito sucesso - a exemplo de Lost, cujo hype é totalmente desproporcional à audiência tosca. Espero ouvir "Mysterious Ways", "Black", "Behind Blue Eyes"...

Domingo, 31 de Maio de 2009

Criminal Minds 4x25-26 "To Hell... And Back"


Muitas vezes, fazer season finales é, para a maioria das séries, uma penitência indescritível. "Duplo ou não? Como será o cliffhanger?". Essas são apenas duas das muitas dúvidas que assolam tanto os roteiristas e produtores quanto os fãs. Um season finale pode ser genial e histórico, ou um desastre medonho e catastrófico.

"To Hell... And Back" mostra a história de um serial killer que escolhe suas vítimas - viciados, prostitutas e moradores de rua - e as leva para a fronteira do Canadá, as prende e mata para dar de comida aos porcos... O que levava a parecer totalmente absurda e estapafúrdia a alternativa de o unsub ter problemas de retardação mental - cuja confirmação só veio com Reid encontrando os desenhos.

Lucas Turner era só o braçal. Seu irmão, Mason, era a verdadeira "mente brilhante" por trás da coisa toda. Tetraplégico, preso a uma cama e com uma traqueostomia (sei que é algo relacionadoà traquéia, mas o pessoal de Grey's Anatomy fala tão rápido que me confunde), fora empurrado pelo próprio irmão do topo do celeiro e ficou naquele estado. Admitamos, além de sádico, o comportamento de Mason (olhar tudo o que o irmão fazia pelos espelhos) era bastante nojento.
Não é que o episódio tenha sido ruim ou chato, mas eu acho que foi desnecessário terem extendido tanto o caso da semana. Para mim, poderia ter sido os primeiros 40 minutos com o caso da semana, e os outros 40 caçando o Foyet. Porque, desde o começinho, eu já estava roendo as unhas, quando li entre os nomes dos atores convidados, um tal C. Thomas Howell.Aí quando a trama toda se arrastou por 1h20, eu já estava perdendo a paciência porque queria ver "O" unsub na tela. Ou melhor, queria ver o que aconteceria quando ele aparecesse, quem da equipe iria se ferrar, e talz...
Mas antes de comentar o cliffhanger, uma observação importante: todos os personagens participaram bem. Até a JJ, de quem não gosto nem um pouco. O destaque vai, em maior parte, para Rossi e Hotch, mas todo mundo tem seus 20 segundos de genialidade. Até Garcia, que tem aparecido muito pouco para ser a personagem bacana e de alegria "infecciosa" (palavra da filósofa Phoebe Buffay para "contagioso", "contagiante" e derivados) que é.

JJ deixou de ser um encosto na equipe que se descabela por qualquer coisinha relacionada a bebês para finalmente trabalhar (e repito o que já disse, não é porque ela tem um filho que ela saiba mais que Prentiss como é perder um - e nem por isso a morena simata toda vez que uma criança aparece). Rossi está agindo como um chefe, e pisando cada vez mais naquele esterótipo de "líder" que relacionávamos a Gideon.

Hotch, que é o verdadeiro líder, continua a mesma coisa - sério, frio e sem demonstrar o mínimo de suas emoções. Mas é o que mantém unida e organizada a equipe de campo da BAU. Reid, idem - a mesma coisa de sempre, mas ainda assim cumprindo sua função de gênio tagarela e carismático que todo mundo adora.

Já Morgan... Bem, eu nem me importo muito, já que ele é, mesmo, o John Rambo da série, e não uma amoeba sentimental (que é o que faria sentido para torná-lo um personagem com muito e maior destaque na série). Podiam explorar mais a relação fraternal entre ele e Prentiss (que ficou bem apagadinha depois de "Demonology"), já que é um tópico que favorece a ambos os personagens, e que poderia ser uma storyline que favoreça o estabelecimento de cronologia dos episódios para quem vê na TV e, por consequência, assiste a um episódio sim, um episódio não...

E Prentiss, precebe-se, deu uma forte guinada na personalidade desde que exorcizou seus demônios interiores. O sarcasmo e a emotividade bastante presentes na 3ª temporada cederam um pouco de espaço para um maior desenvolvimento da seriedade. E é por isso que ela é uma das minhas presonagens favoritas, junto com Christina Yang, Violet Turner, Derek Shepherd, Benjamin Linus...

Agora, vamos ao que interessa: o cliffhanger. Digno da 1ª temporada. Hotch, morreu ou não? Quem lançou o tiro - Aaron com sua 2ª arma, Foyet ou alguma outra pessoa que estava ali? É óbvio, no entanto, que Hotchner sobreviverá - afinal, se Thomas Gibson fosse sair da série, haveriam rumores a respeito. Agora, o que me encuca é como eles vão encontrar uma saída para essa situação. Por favor, nada absurdo...

P.S.: No blog americano "Criminal Minds Fanatic", criaram uma espécie de "promoção": você escreve, nos comentários, como você acha que serão os primeiros minutos do episódio 5x01, resolvendo o cliffhanger ao seu gosto.Farei o mesmo aqui, para vocês exercerem a criatividade (e para eu ver se alguém teve a mesma idéia que eu). Comentários abertos!

Kelly Clarkson - Literalmente uma American Idol


Kelly Clarkson, a primeira vencedora do programa American Idol, faz jus ao título do mesmo. Não só pelos milhões de cópias que seus três primeiros CDs venderam, mas pelo ótimo nível de pop/rock que vêm mantendo nesses seus 8 anos de carreira. E nesse 4º disco, All I Ever Wanted, a qualidade é surpreendente, e faz por merecer trÊs dos quatro singles lançados até agora no TOP 10 Billboard.
- MY LIFE WOULD SUCK WUTHOUT YOU - O primeiro single, atrai principalmente pela letra e ritmo. Não têm grandes compositores, nenhuma grande surpresa por conta dos vocais de Clarkson, mas mesmo assim estourou legal nas rádios e no TOP TVZ do Multishow (porquê, vamulá, a MTV não serve mais de base)
- I DO NOT HOOK UP - Composta por Kara DioGuardi (agora jurada do American Idol), Greg Wells e Katy Perry (sim, "A" Katy Perry), é uma das melhores do álbum. Letra ótima, ritmo ainda melhor, vocais também bons... O melhor: supera, em muito, a versão de Perry.
- CRY - Todo CD de toda banda/cantor tem que ter, invariavelmente, uam música "deprê". Aqui, o cargo fica por conta dessa. E não decepciona, sabe - é perfeita para tirar uma soneca, junto com a "Goodnight, Goodnight" do Maroon 5 :D
- DON'T LET ME STOP YOU - Ótima música, ritmo e letras equilibrados, vocal também ótimo. Outra das melhores do álbum. Nem dá para falar muito, senão viraria uma coisa de fangirl e eu não sou assim (acho)
- ALL I EVER WANTED - Estranho que a música que nomeia o álbum não é nem de longe tão boa quanto o mesmo. É bacaninha? Sim. Mas só pelo refrão.
- ALREADY GONE - Outra que faz o papel de "deprê". Mas, ao contrário de "Cry", é um pouco mais dinâmica. E, ah, foi composta por Clarkson em parceria com Ryan Tedder, vocalista/pianista do One Republic.
- IF I CAN'T HAVE YOU - Muito boa, exemplifica o pop/rock que Clarkson fazia nos dois primeiros álbuns ("Thankful" e "Breakaway", respectivamente), e deu uma decaída em "My December". Mais uma vez, destaque para a composição (Kelly e Ryan) e vocais.
- SAVE YOU - Outra deprê. Precisa falar mais? O título e o ritmo dizem tudo.
- WHYYAWANNABRINGMEDOWN? - Minha primeira reação foi "hein?". E continua a mesma reação. Tenta ser um "Vertigo" da vida, mas não funciona. Poderia muito bm ser um B-Side que eu nem faria falta.
- LONG SHOT - A melhor do álbum, seriously. Composta por Glen Ballard (?) e Katy Perry (!), é simplesmente o que "Never Again" deveria ter sido: adversário páreo a "Breakaway" no título de melhor música de Kelly Clarkson.
- IMPOSSIBLE - Outra ótima. Ok, chega. Estou elogindo demais, eu sei, mas é inevitável.
- READY - Chatinha. Fica epetindo os mesmos acordes a cada 5 segundos, e isso irrita profundamente quando não é "Wonderwall". Salva pelo refrão...
- I WANT YOU - Outra chatinha. Água-com-açúcar total. Repete os acordes e a letra À exaustão e isso só "Wonderwall" pode, como disse cima.
- IF NO ONE WILL LISTEN - Daquelas deprês, é a melhor. O toque d piano e a letra melancólica definem tudo.
E você, o que achou desse CD?