segunda-feira, 30 de maio de 2011

I'm back!

Bom, depois de séculos de uma vida extremamente monótona (foram meses, mas se você aguentar o que eu aguentei vai parecer uma eternidade), finalmente econtrei inspiração para voltar aqui e dialogar um pouquinho. Ou encontrei é tempo, escolham o que quiserem.

Como faz um bom tempinho que não escrevo textos decentes aqui, vou dar um update para vocês, meus caros (dois) leitores...

1) Show do Paramore em BH → Se alguém aí tem pai ou mãe ranzinza que não te deixa ir em shows, é porque os seus avôs ou avós foram igualmete ignorants (trocdilho podre do século) e não deixaram seus pais vivenciarem uma coisa assim tão incrível durante a adolescência deles. Josh e Zac quem? Foi incrível e não precisamos dos pseudo-Gallagher brothers, quer dizer, Farro brothers, pra absolutamente NADA. Who cares? Tivemos Justin York, brilhando lindo lá do seu cantinho com Jon Howard, e Josh Freese, um dos melhores bateristas do mundo ("O" melhor, se desconsiderarmos o finado Keith Moon). E isso só para complementar Hayley Williams, dando um completo novo significado às palavras "lead singer e "entertainer"; Jeremy Davis, tão majestoso e carismático que arrancava quase tantos suspiros e gritinhos entre o público feminino do Chevrolet Hall quanto as menininhas do Restart fazem entre suas fãs acéfalas; e Taylor York, com uma alegria indefinível estampada no rosto, maravilhado de finalmente poder ter liberdade tanto nos bastidores quanto no palco, finalmente tocando os solos divinos de múscas como "Decode" e "Ignorance", de finalmente poder fazer o Pressure flip e ouvir todo mundo gritando o nome dele antes do solo de "Misery Business", de enfim poder compor tudo o que estava guardado dentro de seu coração e sua mente por tanto tempo, sem ter que englir frescuras do Josh. Afinal, foi isso que "In The Mourning" simbolizou e que "Monster" será - ou vocês realmente acham que é só Hayley quem se sente assim em relação à "traição" de Josh e Zac? Sinto que o próximo álbum vai ser simpesmente muito bom. E sinto também que algum dia eu vou ter criativdade (e tempo) suficente para escrever uma resenha decente sobre esse momento que defintivamente tornou minha adolescência e minha moradia na capital de Minas Gerais bem mais feliz.

2) Meu purgatório particular → Escola. Precisa dizer mais? Quatro recuperações e preciso dizer, nunca senti tanta vergonha de mim mesma. Pior ainda é ter prova de recuperação segunda, terça, quarta, e quinta já terei duas provas do 2º trimestre, mais uma de brinde sábado. Devo ter pregado chiclete na cruz e agora estou pagando, é isso.

3) Dia dos Namorados → Raise your glass quem aí também vai passar esse dia na base da pipoca e Coca-Cola, colocando as séries em dia e tentando compensar a tristeza que a inexistência de um ser amado faz na nossa vida.

4) Visual do blog → Qualquer dia, quando não estiver no laboratório de informática da escola e estiver oficialmente liberada do castigo, vou dar uma ajeitada nesse layout caidinho, e vou arrumar alguém criativo como eu para me dar um help e escrever aqui também. Vai ficar legal. Espero...

5) American Idol → Acho que nunca vou perdoar os Estados Unidos pela maior burrice coletiva de escolha de vencedor de reality shows do planeta desde a escolha do Domini para ganhar o Big Brother brazuca. Sério. Foi simplesmente estúpdo. Final justa teria sido Haley Reinhart e James Durbin, isso sim. E James bem que perigava ganhar... E, se nem isso bastasse, até aguentaria uma vitória sofrível da Lauren, já que ela é tão fã de Carrie Underwood quanto eu, mas nem assim, né EUA? Erraram com o Daughtry, erraram com o Adam Lambert, com o Clay Aiken, com o Danny Gokey, com a Mamma Bowersox e com a Jennifer Hudson. AMERICA, Y U NO GET IT RIGHT?

Tão tá, né. Qualquer dia passo aqui. ^^

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Prêmio Entreprise - Melhores e Piores de 2010

Tá certo que fazer a última postagem do ano não justifica o fato de eu ter passado 2010 inteiro longe daqui. Mas é essa a minha primeira resolução para 2011, então, sem mais delongas, vamos logo ao que interessa - as maiores derrapadas e coisas mais geniais que aconteceram nos últmios 12 meses (incluindo os em que eu praticamente me esqueci que tinha um blog, sorry about that).
Melhor Série → Dou o prêmio, sem pestanejar, para... (rufem os tambores) 10 Things I Hate About You. Sim, galere, Kat e Bianca Stratford versão 2.0 fizeram 2010 um ano melhor para minha alma seriadora, principalmente pela presença de Lindsey Shaw de novo na minha telinha. Também merece menção a minha descobreta - ainda que tardia - dos vampiros (de verdade, ok) de True Blood. Em algum lugar tem um Eric Northman com meu nome escrito nele.













Pior Série → Olha, não assisti nenhuma série que estivesse ruim em 2010 (tava sem paciência, então deletei tudo o que me enchesse o saco do meu HD), então vou falar o óbvio, mas que nem assim deixa de ser verdade: a pior, claro, é Smallville. Se alguém se opõe, fale agora ou cale-se para sempre.

Melhor Momento → Harry e Hermione dançando no penúltimo filme da saga que mudou a minha vida. Eu ia colocar isso no Momento Vergonha Alheia, e vice-versa, mas Vegonha Alheia não é necessáriamente uma coisa ruim, e eu sempre fui shipper H/H (desde os seis anos, pra ser exata), então Dan Radcliffe e Emma Watson mereceram esse troféu.







Momento Vergonha Alheia → Vou colocar, excepcionalmente, dois momentos vergonha alheia - e do mesmo filme. Mas, como disse anteriormente, Vergonha Alheia não é exatamente uma coisa ruim. É uma coisa que te faz rir tanto que você até esquece por que tá rindo e sente vergonha de rir tanto. Neste caso, o troféuzinho vai para Emma Stone cantando "Pocketful of Sunshine" ("Blargh! Worst song ever") em Easy A e, mais tarde no mesmo filme, fazendo fake sex com seu amigo gay Brandon (o Dan Byrd, de "Viagem Maldita" e Cougar Town). Confiram:













Melhor Filme → Ano passado disse que "Up In The Air" e "The Runaways" estariam neste post - e estão, mas apesar de serem bons, estão só pra mecionar mesmo. São bons, de fato, mas definitivamente o troféu fica empatado entre meus dois queridinhos, "Easy A" e "Harry Potter And The Deathly Hallows". ♥

Pior Filme →
Sem hesitar, "Eclipse". C'est fini. (estou até usando meu francês porcaria por esse filme, que desperdício)

Melhor Episódio → DROGA! Justo a categoria para a qual eu não estava preparada. Falando sério, acho que nem Criminal Minds, nem Grey's Anatomy, nem Glee vão levar este disputado troféu esse ano: vai para 10 Things. AHAM PESSOAL. O episódio 1x09, "Fight For Your Right", fez bonito e mereceu, com um versão update da clássica cena de dança bêbada totalmente desajustada de Katarina Stratford.

Pior Episódio →
Tudo de "The Walking Dead".

Melhor Frase →
Ooh, BURN! (Minha querida Emma Stone em "Easy A", de novo)



Melhor Personagem → Hermione Jean Granger, interpretada com maestria por Emma Watson (também já não era sem tempo, depois de passar uma década na mesma personagem a Emma tinha que aprender alguma coisa né?). Menção honrosa merecidíssima para Brittany S. Pierce (Heather Morris), de Glee, que é muito mais talentosa que todos nós.

Pior Personagem → Nada contra - mas também nada a favor - , e ainda assim esse "prêmio" vai para Ashley Seaver, interpretada por Rachel Nichols, a mais nova aquisição no elenco de Criminal Minds. Ainda não mostrou a quê veio, mas no meio desse fuzauê da CBS não vai dar coisa boa.

Momento "WTF?" → Finn Hudson andando de cueca pela escola em Glee. Hot Patootie, bless my soul.


Momento "Eu Já Sabia" → Derek Morgan virando um chato em Criminal Minds.

Melhor Álbum → Categoria mais relativa de todas. "Brand New Eyes", do Paramore, é MUITO bom, mas acho que Taylor Swift e seu "Speak Now" conseguiram.



Pior Álbum → "A Year Without Rain", da Selena Gomez até porque, convenhamos, não é surpresa nenhuma que a Demi Lovato seja a única da Disney a realmente ter talento vocal (isso se não contarmnos a Emily Osment, que não é propriamente da Disney) e que "Round & Round" seja a única música do CD inteiro que vagamente preste.



Música Que Mais Ouvi → Meu iTunes discorda, mas com certeza a música que ouvi mais obsessivamente foi "Better Than Revenge", da Taylor Swift em seu segundo ano consecutivo ganhando esse prêmio.



Música Que Desprezei → Tudo que venha com muita cor e cortes de cabelo ridículos, ou seja, Restart. Clique se tiver coragem:

No mais, muito bom 2011 para todos vocês! =D (Comentem, viu)

sábado, 20 de novembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias Da Morte - Parte 1


Sim, essa é uma review melosa e melancólica não só sobre esse filme, mas também sobre o quanto HP significa para mim. Se não gosta, GET OVER IT. (sim, tô chata hoje)

Não acho que seja possível expressar em palavras o quanto eu amo essa série e o vazio que vai lentamente se abrindo em meu coração ao cair (muito lentamente) a ficha de que, sim, estão chegando ao fim as mirabolantes aventuras de Harry, Ron e Hermione.

O sétimo livro foi, pra mim, uma baita decepção. Sim, achei-o monótono mais do que deveria, mas mesmo assim entrou no meu top 3 de HP. O filme, porém, compensa toda a tristeza e decepção que passei depois de ler o livro. E isso foi só a primeira parte dele.

Pela primeira vez, se não me engano, a própria J.K. Rowling foi produtora executiva de um filme baseado na série escrita por ela, e acredito que foi essa a razão do cerco ter estado tão apertado em cima do diretor David Yates, além, é claro, da pressão dos fãs, que esperavam um filme pelo menos razoável depois da coisa ridícula que foi Ordem da Fênix (ou pelo menos foi isso o que achei).

É como se tivessem tirado o roteiro da minha mente. Pela primeira (e segunda) vez, desde Prisioneiro de Azkaban, senti-me como se estivesse acabando de ver uma das mais brilhantes adaptações da história. E, agora, a palavra adaptação faz todo o sentido do mundo. Algumas partes sumiram, outras, passaram em momentos diferentes, mas o mais importante foi que não subjugaram a importância do livro e que ficou tudo brilhante, redondinho, ajustado como eu, fã desde que me entendo por fã de alguma coisa, esperava que fosse.

A primeira coisa que percebi foi que, embora os dois primeiros filmes da saga tivessem aquele tom infantil e casual criado pela maestria de Chris Columbus, este aqui teve uma atmosfera tensa e depressiva, de certa forma refletindo a névoa de pânico que pairava na sociedade bruxa durante o terceiro filme, que, apesar disso, não era de forma alguma um longa depressivo, e sim incerto, porém na medida certa. Assim como Alfonso Cuarón imprimiu sua marca pessoal na série com o dinamismo e a sensibilidade para com o período de transição da infância para aadolescência, Yates deixou na tensão e no medo o seu carimbo, além de lidar com a transformação inversa à do filme dirigido pelo mexicano: da adolescência já conturbada para uma jovem idade adulta ainda mais turbulenta e perigosa.

A fotografia, que não tem tanta importância para construir o enredo desde Cálice de Fogo, surgiu como uma arma infalível. Tudo, desde a neblina que por ora aparece, os zooms e as locações, contribuiu para tornar Relíquias cada vez mais impecável. As locações, aliás, merecem destaque. Em qualquer outro momento, seriam apenas locais bonitos e exóticos que os personagens estivessem visitando. Aqui, no entanto, a ausência de qualquer coisa senão os personagens (para que eles estejam seguros, é claro) tem a fundamental função de entrar em perfeita sincronia com todos os sentimentos de solidão e falta de rumo do trio principal.

Pudemos acompanhar o crescimento dos atores de perto, desde o primeiro filme, quando a coisa mais emocionante que acontecia era Quirrell "explodindo". Agora, mais evidente que nunca, ficam as vantagens e o peso que esse "fardo" trouxe para Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson.

Daniel, mais do que nunca, torna-se o Harry que eu sempre imaginei, talvez exceto pelos olhos incrivelmente azuis. Lida com toda esta loucura com uma agressividade e desespero tão críveis e palpáveis que chega a assustar. Rupert Grint, sempre o alívio cômico da saga, aqui não ficou muito diferente do Ron engraçadinho e motivo de piadas de outrora, porém se provou um ator extremamente correto e sagaz ao representar de forma exímia e impecavelmente perfeita a forma como o ciúme e a angústia corroeram o ruivo de tal forma a levá-lo a abandonar seu melhor amigo e a garota que ama, de forma que não faria em sã consciência, com ou sem a Horcrux. Porém, a maior surpresa em termos de evolução vem da Hermione de Watson. Já havia lido na crítica do Pablo Villaça que ela estava, a sua forma, incrível, mas não havia exatamente acreditado. Emma Watson carrega o filme todo praticamente nas costas, e torna a Hermione que conhecemos uma mulher, daquela menina trouxa que se entregava de corpo e elma aos estudos para provar ser digna de seu lugar em Hogwarts, à jovem adulta que apagou a sua existência das memórias dos próprios pais em nome de um bem maior.

Percebe-se, logo no início, que, ainda que a saga tenha sido concebida com o público-alvo original sendo crianças, este filme decididamente extrapola, e muito, este "requisito" já no início, quando Nagini "janta" a professora de Estudos dos Trouxas de Hogwarts, Charity Burbage, que é torturada e paira acima da mesa onde Voldemort e seus Comensais discutem, onde, em um último suspiro, pede misericórdia a Severo Snape, sempre brilhantemente interpretado por Alan Rickman que, infelizmente, teve somente essa miserável participação no filme.

Só eu que achei inquietante Lord Voldemort falar tanto? Ele nunca precisou de falar pra causar, mas o carisma de Ralph Fieness, mesmo num papel tranquilamente horrendo como o de Tom Marvolo Riddle, tornou o Lorde das Trevas quase... Humano. Como um personagem de desenho animado, que é, sim, uma ameaça, horrenda, mas que de certa forma você não acredita que ele possa causar tamanho mal como o que ele planeja. Foi assim, apenas até o filme anterior e até o momento em que ele manda Nagini "jantar".

Outra cena do tipo "tirem-as-crianças-da-sala-NOW" foi Harry fechando o vestindo da Gina. Ok, se eu fosse uma criança assistindo aquilo, ou eu seria uma criança nada inocente e teria entendido, ou eu teria simplesmente pensado que a ruiva chata não tem coordenação motora o suficiente para conseguir tal feito, o que é perfeitamente plausível. E o George Weasley trollando o beijinho frouxo - de novo" Harry tampou tudo, cabeçudo - dos dois foi simplesmete sensacional.

Uma cena que não estava no livro mas que merece destaque foi a "dancinha WTF" de Harry e Hermione. É claro, pareceu a primeira vista uma situação um tanto deslocada em tempos de guerra, mas juro que, em todos os filmes que vi, clássicos ou não, nunca encontrei uma cena com tamanha sensibilidade e intenção tão nobre.

Porém, creio eu, a cena que deixou mais explícito o nível de seriedade e o desenvolvimento psicológico da série, além do crescimento de seus personagens, foi quando Ron teve que destruir a Horcrux. Primeiramente pelo fato de que o maior temor do ruivo seria ver seus dois melhores amigos juntos. Segundo, pelo fato de o beijo dos fakes Harry e Hermione ter sido suficientemente explícito (afinal, eles estavam cobertos apenas por uma névoa) para deixar todos os fãs do shipper que nunca se concretizou simplesmente alucinados. Quem disser que aquilo foi "cena de sexo" simplesmente não tem cérebro o suficiente para entender a dimensão daquilo. Foi, primeiramente, um presente pra quem sonhava com essa pequena oportunidade de ver uma chaminha do shipper na tela. Segundo, foi um tapa na cara da "saga" (COF, COF) Crepúsculo, que, segundo a própria Emma Watson, parece ter o propósito de "vender sexo". Honestamente? Prefiro mil vezes aquele beijo de alucinação a três Jacobs sem camisa e molhados salvando a Bella da morte por afogamento.

Apesar de minha decepção inacreditavelmente grande com o filme anterior, este aqui compensou tudo. Todos os detalhes tão perfeitamente bolados e bem arquitetados para agradar aos fãs dos livros e localizar bem os não-leitores que me surpreendeu. Nem pareceu que eu estava vendo uma coisa da mesma série que saiu "Enigma do Príncipe". Todas as coisas que estão no livro e não no filme, ou que estão no filme e não existem no livro, não é como se não fizessem diferença estarem presentes ou ausentes pequenos detalhes assim. É como se balanceassem. Como a ausência do diálogo entre Harry e Duda, de Vítor Krum, da história de Dumbledore. Faltou? Sim. Mas não fez com que o filme ficasse nem um pouco menos perfeito.

Muita gente reclamou que o filme foi demasiado prolongado,não teve ápice e que o clímax, que ficou por conta do Dobby, foi simplesmente ridículo. Eu discordo. Dobby ganhou finalmente o merecido destaque, arrancou risadas e choro, muito choro. O elfo foi simplesmente um dos personagens mais amados da série, e, apesar de ter sido extremamente subestimado pela Warner nos últimos filmes - na tentativa ridícula de diminuir o orçamento em CGI -, ganhou aqui todo o destaque que deveria ter tido e muito mais. Posso dizer com certeza que todos nós, fãs, sentimos tanto com a sua morte quanto Harry, Ron e Hermione.

Apesar de ter amado o filme em toda a sua consistência, tenho apenas duas recamações a fazer: a morte do Rabicho e a ausência de Grindelwald. Nem sei se Pedro Pettigrew morreu mesmo ou só desmaiou, ma whatever, odeio ele mesmo assim. E quanto ao Grindelwald... Jamie Campbell Bower apareceu por exatos... 1 segundo e meio. SÓ. Nem como Caius em Lua Nova ele esteve tão mal.

A segunda parte do final -épico, como bem dizem as promos - estreará em algum dia de Junho de 2011. Se alguém escolher dia 17, não reclamo NADA. Seria o melhor presente da minha vida.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Prêmio Enterprise - Melhores e Piores de 2009


Como puderam ver, estive, por um bom tempo, ausente do blog, graças às provas de fim de ano (Matemática, ainda te odeio). Mas, como 2010 tá quase aí, peresentearei-lhes com meus Greatest e Worse Hist de 2009.

Here we go...

Melhor Série Entre as veteranas, Criminal Minds, com certeza. Já entre as "novatas", a minha escolha é Glee.

Pior Série Das antigas, não há dúvidas:"Heroes" (apesar de "House" ter se esforçado para tirar o troféu dessa categoria das mãos de Hiro e cia.). Das novas... Flashforward!

Melhor Momento O time de futebol americano de Glee dançando Single Ladies em pleno jogo.

Momento "Vergonha Alheia" Violet, de "Melrose Place", tirando a roupa num momento tão filosófico que Sócrates se admiraria. Dica do @MauAngelini.

Melhor Filme "Star Trek". Gostei de "Lua Nova", mas não sou louca a ponto de falar que foi o melhor filme do ano. Tá todo mundo comentando "Up In The Air" e "The Runaways", mas esses estarão num post igualzinho a este, daqui a 365 dias.

Pior Filme "Marido Por Acaso". Uma Thurman dizendo que Colin Firth é mais gostoso que o Jeffrey Dean Morgan é um sacrilégio.

Melhor Episódio Eu poderia escolher o caminho fácil e dizer que "Sectionals", de "Glee", foi fantástico - o que de fato foi - , mas o centésimo episódio de "Criminal Minds", com o infame nome "100" (o original era "Playing God", e prefiro assim), foi simplesmente histórico.

Pior Episódio Qualquer um de "Cougar Town", assista e escolha o seu. Ou o retorno fraquinho de "Grey's Anatomy", com "Good Mourning" e "Goodbye".

Melhor Frase "Are you here to kill me, or are you here to play games?", by Aaron Hotchner, no primeiro episódio dessa temporada de "Criminal Minds".

Melhor Personagem Empate entre Sue Sylvester, de "Glee", e Emily Prentiss, de "Criminal Minds".

Pior Personagem Jules Cobb, a protagonista de "Cougar Town" interpretada por Courteney Cox. Troféu de Canastrice Máxima. Até a Ashley Simpson e seus ovos de passarinhos atuam melhor.

Momento "WTF?" A morte de Daniel Faraday em "Lost". E o fim do Oasis, sabe... ='((

le-sp cl6900">→ A morte de Haley em "Criminal Minds", que, mesmo inacreditavelmente previsível, foi assustadoramente comovente.

Melhor Álbum Ei, Taylor, tô muito feliz por você e vou te deixar terminar, mas o Cobra Starship tem o melhor álbum de todos os tempos de 2009 XD

Pior Álbum Desculpa a todos que acharam genial, mas eu não consegui ouvir o "No Line On The Horizon", do U2, mais de uma vez.

Música Que Mais Ouvi Adoro a Lady GaGa, os Black Eyed Peas arrasam, Beyoncédança muito bem, e Rihanna idem, mas, desta vez, vou escolher uma música que signifique algo pra mim e que seja de uma cantora que não use playback. Rufem os tambores...! "And, the EnterPRIZE goes to... "You Belong With Me", by Taylor Swift!

Música Que Desprezei "Bad Romance". Mas - bizarramente - , a dona @isiscunha me falou que a música a lembrava de um relacionamento meu com um colega nosso. Agora a malditamúsica não sai da minha cabeça.

E você, quais os seus Greatest/Worse Hits de 2009?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Papai Noel e Meu Presente Twitteiro!

"@GabrielaSpinola Crepúsculo ruleia e o Seth também. LOL não poderia concordar mais!"

"@GabrielaSpinola haha calma, não quero que você tenha um ataque cardíaco..."

Não existe coisa melhor para um(a) fã do que falar com seu(ua) ídolo(a). E hoje isso aconteceu comigo, mesmo que indiretamente e por Twitter! Mr. Boo Boo Stewart, o Seth de "Eclipse" (que estréia dia 30 de junho de 2010), me mandou dois replies no Twitter!!!

Conclusão... PAPAI NOEL EXISTE E ME AMA! (not)

domingo, 22 de novembro de 2009

Lua Nova

Primeiramente, devo dizer que, como fã confessa da saga "Crepúsculo", a atividade de resenhar o segundo filme da série me é um enorme perjúrio, visto que descobri ser impossível manter os lados "fã" e "crítica" juntos na minha mente ao mesmo tempo. Portanto, não se assuste se essa for a primeira (ou única) crítica vagamente positiva que ler.

Muitos se perguntam, "o filme é mesmo essa bomba toda?". Não, não é, tampouco é a Coca-Cola que esperávamos. "Lua Nova" consegue ser um meio termo para as espectativas gerais, dá um banho em seu antecessor, "Crepúsculo", e - aposto eu - tomará uma surra indescritível de seu sucessor, "Eclipse".

No aniversário de Bella Swan (Kirsten Stewart), a família Cullen lhe organiza uma festa. Mas, como esperado, algo dá errado: ela se corta com um embrulho e o "caçula" Jasper se descontrola. Por isso, o vampirão Edward "Purpurina" Cullen (Robert Pattinson) usa a tática da psiocologia inversa para convencer sua namoradinha mortal de que se separarem é a coisa certa a se fazer. Porém, o tempo passa e Bella só se "cicatriza" meses depois, convivendo com Jacob Black (Taylor Lautner), um lobisomem (!). Porém, Edward (numa favelinha de araque em algum ponto do Rio de Janeiro) recebe a equivocada notícia de um funeral em Forks e logo conclui que é de sua amada, portanto parte para Volterra, na Itália, para tentar o suicídio irritando os Volturi, a "Karma Police" dos vampiros. E, no meio disso, há muita coisa importante que eu não vou deixar de lado.

Amei os pesadelos. Talvez seja porque eu tenha lá minhas tendências masoquistas (not). Mas, honestamente, fiquei pensando: "se Kirsten conseguir gritar assim tão alto no 4º filme, quando estiver parindo uma meia-vampira, vai ser PERFEITO".

Alguns personagens - como esperado - basicamente caíram de pára-quedas, como Harry Clearwater, e os lobisomens Paul e Jared. Outros, tal qual Sue, Seth e Leah, nem deram as caras. Com 2h40 de projeção, tiveram tempo e roteiro de sobra para introduzir tudo e todos. Poderia ter sido melhor? Sem dúvidas. Mas foi suficiente e não ficou forçado (aprenda, "Harry Potter").

Não importa o que as fãs histéricas do britânico Pattinson digam, vou sempre achar que ele atua com a testa. Dá a impressão de que ele está lendo suas falas. Ridículo. Kirsten Stewart não fica atrás, com sua constante cara de sofrimento, mesmo quando deveria estar feliz (cara, essa, que vem MUITO a calhar no ambiente do filme). Já Taylor Lautner é o fiozinho de esperança que ilumina o trio principal, conseguindo ser mais que só um tanquinho do Wolfpack...

O elenco secundário é outro tesouro escondido sob todo o hype dado a Stewart e Pattinson, principalmente os personagens Alice (Ashley Greene) e Jasper (Jackson Rathbone), cujos intérpretes são excelentes e totalmente subaproveitados.

Rachelle Lefevre? Oi? Não foi a Bryce Dallas Howard que a substituiu nesse filme na pele da vampiranha Victoria? Anyway, a sequência na floresta, "explicando" (cof, cof, sei) o ataque cardíaco do Harry, ao som de Thom Yorke, foi awesome. Ótimo trabalho.

Esperava bem mais dos Volturi. Aro (Michael Sheen) é ótimo fazendo qualquer coisa (menos o Tony Blair DE NOVO, né?), mas ficou um tanto caricato. Caius (Jamie Campbell Bower) e Marcus (Christopher Heyerdahl) pareciam duas bonequinhas de porcelana enfeitando a cena. Nem vi a presença do Alec (Cameron Bright) . Só mesmo Jane (Dakota Fanning) para me surpreender, mesmo eu sabendo o que aconteceria. Escola de Atuação Dakota Fanning, por favor, recrute Robert Pattinson. Ah, é. Demetri (Charlie Bewley) e Felix (Daniel Cudmore) também conseguiram me assustar um pouquinho.

Só gostei do Wolfpack por andarem o tempo todo sem camisa. Seriously.

As referências, claras e óbvias, ao romance máximo do inglês William Shakespeare, "Romeu e Julieta", variam desde o livro e o filme - que aparecem diretamente - até o Jake jogando pedrinhas na janela de Bella. As insinuações sexuais "nas entrelinhas", porém, vão a um nível tão absurdamente alto que eu dou graças a Deus pelas poucas crianças presentes na mesma sala do cinema que eu serem da mais tenra idade, incapazes de compreenderem.

Algumas explicações foram furadas e esdrúxulas, como o motivo (terrível e furado) para as narrações da Bella. Porém, no final das contas, o filme acabou encaixando tudo como devia. Ao contrário do anterior, não deu a impressão de ser um episódio piloto de uma série porcaria do midseason (a certo ponto, a personagem Jessica até faz piadinha com isso), mas parece MESMO ser um filme, e isso é um enorme avanço.

O roteiro, apesar de ser lento e arrastado na maior parte do tempo, sabe a hora certa de mudar a marcha. Cenas de luta são detalhistas, bem feitas (apesar do orçamento pequeno para um blockbuster) e ótimas, tensas na medida certa. As falas certas estavam com o spersonagens certos, não houveram exageros demasiados, porém as falhas que haviam eram tão absurdas, óbvias e tangíveis, que até os próprios personagens riam.

Os efeitos... Bom, alguns foram meio exagerados. Os lobos, por exemplo, estavam meio estranhos. Esperava uma coisa mais emocionante, tipos um Van Helsing. Ainda assim, as sequências de luta foram ótimas, mesmo com o "efeito teletransporte" a la Star Trek da briga entre Edward e Demetri.Também não dearraparam feio na maquiagem, como eu esperava. Os vampiros pareciam VIVOS, dessa vez. E nem me deixem PENSAR na quantia absurda que deve ter sido gasta em lentes de contato para esse filme.

Em certos pontos, a trilha sonora chegava a ser melhor que o filme em si, tanto a instrumental quanto a musical. Com uma playlist que varia de Death Cab For Cutie até Kelly Clarkson, passando por Thom Yorke e Muse; o roteiro e a direção sabem quando o filme começa a derrapar e logo ativam a música para dar um tom mais interessante. Juro que, quando ouvi Bella falar para Edward "I belong with you", tocou em algum lugar da minha mente e música da Taylor Swift quase homônima.

Chris Weitz, parabéns. Você aprendeu MUITA COISA com a porcaria que fez com "Bússola de Ouro".

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Remember Me

Sim, eu ando sumida. Como adolescente e, por conseguinte, estudante, algumas prioridades pendentes minhas tiveram de ser resolvidas (leia-se "estou me focando em tirar nota decente em matemática"). Contudo, voltei com a corda toda e um trailer de um filme que entrou para a minha lista de "Must See" em questão de segundos.

O filme se chama "Remember Me" e é estrelado pelo Robert Pattinson, ou o vampirão galã de Crepúsculo Edward Cullen, assim como pela minha "ídala" Emilie "Claire" de Ravin, de "Lost". Tem também o charmoso, irresistível e amado Pierce Brosnan, eterno 007.

O personagem do famigerado Rob é um jovem de 21 anos que tenta reestruturar a sua família (cujo patriarca é o Brosnan, Pierce Brosnan) após o suicídio do seu irmão. Ele, aliás, acaba se envolvendo em uma briga de rua e é preso pelo pai da Claire personagem da Emilie, que aliás estuda faz algumas aulas com ele. Mundinho pequeno, né?

Vejam só o trailer e as minhas fotos preferidas (só para matar a Kirsten Stewart de inveja #fato):



Quem precisa de Claire? Agora é só esperarmos Kristen Stewart e Dominic Monaghan se pegarem em algum episódio desconhecido e nonsense de Flashforward.