quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Three Rivers 1x01 Pilot

Assim como "The Beautiful Life", Three Rivers começou já cheirando a cancelamento, com uma audiência incrivelmente medíocre e uma trama curiosa, porém não muito desevolvida nesse episódio piloto.

A história gira em torno do dr. Andy Yablonski, o melhor cirurgião da área de transplantes do hospital Three Rivers, o melhor dos EUA em se tratando da especialização de Andy. O protagonista, interpretado por Alex O'Loughlin (Moonlight, Criminal Minds) é o líder da equipe que constitiu o (reles) resto do elenco, constituídos por a Dra. Miranda Foster, Dr. David Lee, Dra. Sophia Jordan, Ryan Acosta e Pam Abbott, todos reles coadjuvantes perto do talento de Alex, a única luz no fim do túnel bem breve da série.

A maior falha da série é o roteiro, que mais assemelha-se ao de uma série policial que de uma médica. Afinal, é a CBS, a emissora que tem os procedurals mais assistidos e famosos dos EUA, as falhou feio em todas as tentativas de emplacar uma série médica. O início do episódio muito me lembrou Criminal Minds, em que vemos as "vítimas" antes ds profilers.

O piloto foi, na medida do esperado, até bom. Episódios pilotos geralmente são demasiado didáticos, como esse foi. Mas alguns bons momentos compensaram, como as cenas do estabanado estagiário Ryan e Andy comendo rosquinhas, ao melhor estilo policial...

O ponto fraco da série em relação à audiência é a falta de marketing, ainda que isso não afete. A já citada The Beautiful Life teve um dos maiores marketings atuais, e não vingou nem graças a Misha Barton... Portanto, divulguem!

No mais, não sou lá tão fã de séries médicas. Sou fã devota de Grey's Anatomy, ams abandonei House na 4ª temporada, e só vejo E.R. pela Warner e quando dá. Portanto, espero que a série vingue e não se junte a TBL no limbo das estréias de 2009/2010.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Cougar Town 1x02 Into The Great Wide Open

Ainda não entendi como é que tem tanta gente criticando e reclamando da série. Ás vezes, tenho que desligar o modo "blogueira crítica" e ligar o modo "Sessão da tarde" para ver Cougar Town e outras séries.
O primeiro episódio foi, na minha opinião o suficiente para me entreter em 40 minutos. Mas esse episódio não só foi ótimo cmo teve um destaque bacaníssimo para as amigas de Jules, Laurie e Ellie, que aliás são o 'pilar" da série, já que o único charme a protagonista é ser a Monica de Friends.
Primeiro, falando em "Friends", a cena da cozinha de Jules sendo "invadida" por ex-marido, melhor amiga, bebê e marido, e o filho lembrou bastante a série dos amigos do Central Perk. Com todos contando uma história de sua juventude, eu realmente duvido que Jules nao tenha uma. Todo mundo tem... E, afinal, se ela teve um filho lá pela tantas dos seus 20 aninhos, isso dá margem perfeita para a interpretação de que não era nenhuma santinha...
Adoro Dan Byrd. Ele está basatnte canastrão interpretando um personagem quase dez anos mais novo, ainda que seu personagem de sucesso mais velho tenha sido Bobby Carter em "Viagem Maldita", mas é uma das melhores coisas da série. Sua dinâmica com o pai pateta é simplesmente genial, como na cena em que foi "se vingar" do porteiro com um extintor, e resolveu "dar no pé" esquecendo que o carrinho era de golfe e não fórmula 1.
E o que foi aquela cena das fotos ao som de "Single Ladies"? Segunda melhor cena da temporada com uma música (porque a primeira é o time de Glee dançando a mesma música num jogo), definitivamente. Se não me engano, foi uam referência ao filme "Se Beber, Não Case", cuja cena final foi a sequência das fotos da despedida de solteiro ao som de "Right Round".
A relação de Jules com Ellie foi abalada pelo comentário da colega de que ela parecia ridícula ndando com homens mais jovens. E quem duvida que será assim a abordagem no próximo episódio?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cougar Town 1x01 Pilot


Muita gente chiou, muita gente não gostou, muita gente comparou a “Old Christine”. Como, creio eu, não me encaixo em definições pluralistas como a que eu própria usei, adorei Cougar Town e não foi só pela presença de Courteney Cox, a eterna Monica Geller-Bing de “Friends”.
Courteney interpreta Jules, uma quarentona divorciada que resolve tirar o atraso saindo com homens (bem) mais jovens. Quando finalmente sai de casa – arrastada pela amiga e sócia Lauren - , conhece Matt, que, conforme o “planejado”, é um rapaz bem mais jovem que a protagonista, e o resto... Bem, é o previsível e esperado.

O piloto, ao contrário da maioria dos pilotos, não pesa no didatismo, e não explica todos os tópicos da vida de Jules detalhadamente. Dá-nos o basicão, o que precisamos para compreender o piloto, mas deixa detalhes e demais coisas para o longo da temporada, o que é um forte ponto positivo.

Há, ainda, a peculiar relação entre Jules e seu filho adolescente, Travis, interpretado por Dan Byrd, o Justin Tolchuck da legalzinha e cancelada “Aliens in America”. Travis não só é o personagem aparentemente mais sensato do elenco, como também pode ser o adolescente clichê que só quer ter uma família normal, ou mesmo o filho protetor, em cuja relação com a mãe os papéis se invertem (a exemplo de Bella Cullen, da série literária “Crepúsculo”).

Há, ainda, os dois homens de Jules: Bobby e Grayson. Bobby é o lesado ex-marido de Jules, um roqueiro que passou os 20 anos de casamento tentando entrar em turnê com sua banda. Já Grayson é o vizinho de Jules, também divorciado e quarentão, que vive pegando garotas com menos da metade da idade dele, e que desafia Jules a ficar com um homem mais jovem.

O mais importante da série é que é verossímil. As situações não chegam ao nível de vergonha alheia, e as risadas que arrancam não são forçadas por uma platéia de sitcom. Situações descritas são tão normais que poderiam acontecer a qualquer um dos espectadores: crise de meia-idade, namoros com gente mais nova, problemas conjugais, entre outras coisas.

É por essas e outras que Cougar Town me conquistou...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Bones 5x01 Harbingers in the Fountain

Atrasadíssima, mas a review saiu. Bones voltou de seu glamouroso quarto season finale para um quinto season premiere brilhante, com a iniciação do tão aguardado "romance" entre Seeley Booth e Temperance "Bones" Brennan.

Seis semanas depois de ter acordado do coma pela remoção do tumor cerebral a la Izzie que descobrimos no 5x25, Booth está pronto para voltar ao trabalho, e Bones volta de uma viagem à Guatemala. Já no início do epi, Angela a leva para ver sua vidente, uma tal Avalon, que é interpretada por ninguém mais ninguém menos que Cyndi Lauper.

Avalon parece ler a mente de Brennan e, com seus "poderes sobrenaturais", também descobre uma porção de corpos debaixo de uma fonte. Um desses corpos era o de sua irmã caçula, o que a tornou uma suspeita instantânea.

Mas até a participação graciosa e aguardada de Cyndi Lauper foi ofuscada pela loucura shipper os dois protagonistas. E a cena em que Booth se declarou foi a coisa mais fofa da televisão nos últimos episódios. A equipe no entanto, acaba por se dividir sob o questionamento de Booth em declarar-se honestamente ou não para Brennan.

Sweets, assumindo a postura de racional e correto que Zack teria, acredita piamente que Booth NÃO está apaixonado por Brennan e que é um efeito da cirurgia, bastante negativo, seja para o cérebro do agente federal ou para as emoções da antropóloga forense.

Cam, mais emotiva e, hã, "normal" (pelo ponto de vista apaixonado de alguém como Booth), apóia a decisão de Booth de se declarar para ela, pois acredita que Seeley é capaz de saber o que faz, perante a clara possibilidade de partir o coração da amiga/amada. E Cyndi Lauper foi o anjo cupido que juntu os dois, ó que fofo *-*

Episódio cheio de falhas? Sim, REPLETO aliás. Mas quem se importa quando se tem a realização de muitos fãs shippers?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Glee 1x02 Showmance



Sabe quando você assiste a um episódio e se identifica com TUDO ali? Os personagens angustiados, o clima conflituoso e, nesse caso, a música, afetaram ainda mais meu mega duvidoso estado de garota-adolescente-apaixonada-pelo-melhor-amigo, no melhor estilo Rachel Berry. Portanto, não esperem uma review imparcial e mega-crítica. Vou meio que afundar as mágoas subliminarmente nesse texto...

Um dos artifícios mais atraentes e mais usdos de séries teens são, propositonalmente, romances. Uns funcionam, outros nem tanto, o resto de jeito nenhum. Pela primeira vez em muito tempo (tá, nem tanto) vi uma série com uma boa horda de casais e quase todos convincentes. Exceto, é claro, o composto por Will Schuester e sua esposa ridicularmente mesquinha e chata. Precisa comentar? Não? Sabia.

No desespero para ajudar o Glee Club, Rachel e Finn tiraram fotocópias dos flyers que montaram (só eu vi a Kelly Clarkson lá?) e foram, hã, "apreendidos" pela professora-capeta Sue Sylvester, numa tentativa infundada de destruir o Glee Club. De todas as estratégias dela, a de colocar "espiãs" no Clyub não é só absurdamente óbvia como absurdamente funcional. Mas duvido que a cheerleader patricinha vá conseguir o Finn de volta, porque ele é da Rachel, e ponto.
As músicas foram simplemente o melhor de um episódio fantástico. Morra, High School Musical. Zack Efron, Vanessa Hudgens e Ashley Tisdale que sejam esquecidos no limbo, por mim (se bem que a última é a única capaz de cantar sem estragar a vontade das pessoas de ouvir o resto do CD). Me surpreende que Glee ainda não tenha se tornado um hit entre os adolescentes por aqui...
A versão deles de "Gold Digger" foi muito cool. Melhor que a original, arrisco dizer. Já a "Take a Bow" em versão de Rachel faz Rihanna parecer só mais um rostinho bonito. A música que cantaram em grupo (cujo nome não me lembro, sorry) foi simplesmente genial. Quando Berry disse que iriam dar ao povo o que o povo queria (nesse caso, sexo) podia jurar que iriam cantar George Michael. Teria me sentido até melhor se soubesse a letra, mas encaixou-se perfeitamente no contexto dos relacionamentos.
Sobre Rachel e Finn, não posso deixar de fazer uma comparação com o triângulo Meredith - McDreamy - Addison em Grey's Anatomy. Finn tem um comprometimento com a cheerleader bitch (cujo nome eu esqueci, pfff), mas obviamente gosta de Rachel. E Rachel gosta dele tão desesperadamente que até tenta se inscrever pra cheerleader. E o beijo, foi simplesmente a coisa mais cute do episódio, que estava recheado de coisas cute. Interrompido esquisitamente, mas cute (queria um, mas minha determinação é limitada).
Já o quase-envolvimento de Will com a psicóloga com TOC (outra cujo nome eu esqueci) foi simplesmente a única coisa que me fez esquecer que ele estava um baita mala neste episódio. Além de punir (injustamente) Rachel, estava totalmente submisso à esposa maluca, ou seja - sob o controle de praticamente todos à sua volta, exceto talvez pela professora-terror.
Mas, bem, essas são só as divagações de uma mente shipper afetada pela imagem latente do amigo fofo que lhe dá bola. E vocês, o que acharam desse episódio?
P.S.: A professora-diabo interpretada pela Jane Lynch, mãe do Reid em Criminal Mnds, muito me lembra minha terrível professoa Regina. (vixi)
P.S.2: O Finn muito me lembra uma pessoa chamada Guilherme que, assim como Rachel quer que o quarterback seja para ela mais que o solista do Glee Club que canta com ela, eu quero que ele seja mais que o colega de sala (se ler isso, por favor manifeste-se - not)

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

90210 2x01 To New Beginnings

Se tem uma série que gera discussão, é 90210. Primeiro, porque não chega aos pés da "série-mãe", Beverly Hills 90210 (Barrados no Baile). Segundo, porque seus roteiros estão recheados de polemização fútil e disfundada, sem as quais a série poderia muito bem se virar. Terceiro, porque o elenco é uma porcaria. Curiosamente, conseguiram encontrar o melhor dos personagens e usá-los a favor de bolarem um episódio decente, o mesmo que fizeram no final da primeira temporada.

O episódio começa com - MILAGRE! - Naomi, Adrianna e Silver, JUNTAS (oiq?). Descobrimos que Naomi está tendo um caso com um homem casado, contra todos os seus princípios. Adrianna está tendo surtos de arrependimento por ter dado a filha à adoção (o que a deixa meio chatinha, mas a partir do momento que Teddy apareceu eu perdoei tudo). E Silver não consegue superar Ethan. Enem nós, o resto do elenco é tão boring! Volta, Dustin! Seu primo/irmão/seilá Eric podia voltar a Bones também. O episódio basicamente se resume a isso.

E Annie, naquele seu drama todo, não colaborou em nada. Entediou-me até a medula. Numa série com protagonista assim, que dirá os coadjuvantes? Tédio, tédio, tédio. E todo mundo continua achando que ela transou com Liam, e a coisa vai ficar ainda mais feia quando virar viralzinho a la Gossip Girl a foto tirada por Mark no melhor estilo Vanessa Hudgens.

Dixon e Silver são insuportáveis juntos. Sozinhos, dá pro gasto. Graças a deus que Ethan dá as caras pelo menos em text message, porque a Silver tem aquela maluquice que a torna uma personagem legal, e o Dixon tem aquela chatisse que irrita até a própria irmã. Alguém podia se livrar dele como se livraram da Brenda no Barrados no Baile...

Navid e Adrianna, único casal da série que eu suporto, foi quase por água abaixo quando apareceu Teddy Montgomery. Lindo, claro, mas Navid estava com tudo planejado e ver tudo por água abaixo meio que me frustrou. Em compensação, percebi que o único momento suportável que Annie teve no episódio foi bêbada, transando com Mark na cabana do Navid que pertencia à esposa do amante de Naomi.

O episódio foi um tanto irritante e entediante, em certos pontos. Às vezes até clichê, mas levando-se em conta que essa é uma série teen sem muitas preocupações acerca coerência e verossimilhança, dá para assistir sem preocupações ao resto da temporada, se esse nível for mantido. É só desligar o modo "crítica e blogueira" e ligar o modo "Sessão da Tarde".

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

TOP 10 - Síndrome do 2º álbum

Sabe quando dizem que, quando algum artista estoura no primeiro álbum, o segundo é horrível? Então, nesse TOP 10, temos os dois casos: os que fracassaram consideravelmente no 2º álbum, e os que só alcançaram o estrelato com o mesmo.

OS BONS:

5 - MAROON 5 - A banda, iniciada em 1995 por Adam Levine e Jesse Carmichael em Los Angeles, lançou seu primeiro disco ainda com o nome original de "Kara's Flowers", The Fourth World". Porém, com o defenitivo nome de Maroon 5 (surgido depois que Levine e Carmichael mudram-se para Nova York em 1999), lançaram "Songs About Jane", que lançou os garotos para o mundo com músicas como "Sweetest Goobye", "She Will Be Loved " e "Sunday Morning". Ainda assim, foi com o segundo álbum, "It Won't Be Soon Before Long", que alcançaram milhões de cópias vendidas e discos de platina. Quem nunca cantou "Makes Me Wonder" que atire a primeira pedra.

4 - CARRIE UNDERWOOD - A "diva do country", que ganhou a segunda temporada do reality show American Idol, teve um primeiro álbum não muito aclamado. Ainda que tivesse clássicos como "Jesus Take The Wheel", ela só estourou com o 2º disco, "Carnival Ride". Realmente, em termos de qualidade, é muito melhor - "Last Name", "All-American Girl", "Just a Dream" e "Before He Cheats" estão aí pra provar.


3 - TAYLOR SWIFT - Outra do country, lançou seu primeiro CD, homônimo, em 2006, aos 16 anos. Foi bom. Só. Mesmo que fãs amem "Teardrops On My Guitar" e "I'm Only Me When I'm With You" (eu incluída), foi com o 2º disco, Fearless, que tornou-se um fenômeno mundial, ultrapassando as modinhas Miley Cyrus, Demi Lovatto e Jonas Brothers. Aosto que, daqui a uns 20 anos, quando nossa década de 2000 se tornará "flashback", vai estar todo mundo ouvindo "Love Story" de novo e relembrando como queremos (ou queríamos) nossa própria história de Romeu e Julieta.
2 - OASIS - A banda dos irmãos Gallagher, que recentemente se separou, teve um começo digno: Definitely Maybe foi o CD de estréia mais vendido da história do Reino Unido, sem contar que é o CD preferido de Noel Gallagher. Mas, no ano seguinte, junto à saída do baterista Tony McCaroll, veio a glória do britpop: "(What's The Story) Morning Glory?", o álbum mais vendido da históra da Inglaterra, tem em seu repertório quase todos os clássicos da banda, de Wonderwall a Champagne Supernova. E, com ele, o novo baterista Alan White, que saiu apenas em 2005, quando entrou Zack Starkey, filho do ex-Beatles Ringo Starr.

1 - KELLY CLARKSON - A American Idol original, teve um início de carreira aclamado, com o esperadíssimo álbu de estréia, "Thankful". A coisa é que o CD nem foi toda essa Coca-Cola. De música boa mesmo, teve só Miss Independent e Beautiful Disaster. Em compensação, o disco seguinte, "Breakaway", não só ultrapassou até Madonna nas paradas da Billboard, como é considerado por muitos críticos o melhor álbum pop dos últimos tempos. Ficou por mais de um ano no TOP 20 da Billboard, um dos poucos álbuns a conseguir esse recorde. Prova disso é que todo mundo já ouviu "Breakaway" e "Because of You", mas quase ninguém ouviu "Thankful"...

OS RUINS:

5 - FRANZ FERDINAND - A banda escocesa ficou famosa pelo primeiro álbum, homônimo, e as espectativas para o segundo eram altíssimas. Mas aí, o que aconteceu? Na pressa de atender aos fãs, Alex Kapranos e companhia compuseram 13 faixas para que apenas duas agradassem o público, sendo estas "Do You Want To?" e "Walk Away". Ainda que o segundo disco seja constantemente apedrejado pelos fãs, estas músicas são consideradas clásssicos e são indispensáveis no repertório ao vivo da banda.

4 - COLDPLAY - Com "Parachutes", a banda liderada por Chris Martin atingiu o estrelato. Muitas críticas boas e canções aclamadas. Porém, a tentativa de recriar o sucesso no segundo álbum, "A Rush Of Blood To The Head", fracassou consideravelmente. Apenas o single "In My Place" vingou, e os fãs ficaram decepcionados. Curiosamente, o álbum seguinte, "X & Y", foi ainda pior em críticas, vendas e sonoridade.
3 - JAMES BLUNT - O cantor inglês lançou-se no mundo da música com o álbum "Back To Bedlam", que nos deu o hit "You Are Beautiful". Porém, no segundo disco, "All The Lost Souls", as músicas, fracas, só se tornaram conhecidas aqui no Brasil por causa, é CLARO, da novela das 8... ¬¬'
2 - THE KILLERS - Depois do fantástico "Hot Fuss", a banda, que estava sob pressão para fazer um álbum igualmente genial e bem-recebido, acabou lançando "Sam's Town". Resultado: um desastre. O CD até foi bem-recebido, mas as músicas eram decididamente um desastre. O sucesso subiu à cabeça dos membros da banda, principalemnte Brandon Flowers, que a exemplo de seu ídolo Noel Gallagher, passou a alfinetar diversas bandas aericanas, principalmente Green Day, Panic! At The Disco e Fall Out Boy. E, até hoje, estamos esperando o glorioso retorno dos texanos às paradas com uma músca de gente.
1 - U2 - O primeiro disco, "Boy", lançado em 1980, nem foi lá grande coisa, visto que a sonoridade punk rock que criaram formou-se futuramente no grunge dos anos 90, mas foram bem-reconhecidos no seu país natal, a Irlanda (mais especificamente, de Bono e Larry). Mas, no segundo disco, "October", veio a bomba. Todos os integrantes tinham seus problemas religiosos acertados, menos The Edge, o que gerava diversas brigas entre o quarteto. Mas o estopim foi quando Bono perdeu a maioria de suas composições na turnê americana do disco anterior, e tiveram que refazer tudo de última hora. Porém, depois das trevas veio a luz: "War", dono do maior clássico da banda, "Sunday Bloody Sunday".

Obrigada pela colaboração, Victor Poroca.